Sexta-feira, 18 de Setembro de 2009

Como as coisas não podem ser demasiadamente fáceis

O Auto não diz nada (nem sei porque existe) e só tem a versão do outro e diz que tem uma testemunha (que eu saiba um segundo ocupante do veiculo não pode ser considerado testemunha, visto que é tendencioso), e diz que o meu veiculo bateu no dele quando me despistei, fantástico, porque não sabia que os carros abanavam o rabo, lindo! Solicitei para que pudesse prestar declarações igualmente porque a versão dele não correspondia à verdade, e amanhã vamos lá à esquadra porque estará de serviço o agente que estava de serviço no dia do acidente.

Parece que posteriormente iremos ser chamados os dois intervenientes no acidente a depor. A verdade tem que ser reposta e vou lutar por isso, não pense que vai ser fácil.

4 comentários:

sobretisobrenos disse...

Deves lutar sim e desejo-te toda a sorte do mundo!
Beijinhos

A mamã disse...

NÃO É NADA FACIL NÃO :-(
Boa sorte
Bjs

Anónimo disse...

Acompanho o seu blog há bastante tempo, apesar de nunca comentar. fiquei comovida com o que lhe sucedeu, por isso não pude deixar de comentar. desejo que consiga superar mais este desafio da Vida da melhor forma. cuide dessa pequena estrelinha!

Mamã artesã disse...

Os Autos policiais têm muito que se lhe diga.
Há uns anos atrás assisti a um acidente e acabei por ser testemunha do mesmo, em Tribunal.
Por acaso, o advogado de defesa foi o meu patrão e antes da audiência, fizémos um pequeno ensaio no escritório.
Quando ele me mostrou o croqui do acidente, disse-lhe logo que estava mal feito.
Na audiência, ele chamou-me ao pé dele e da Juíza e eu disse exactamente o mesmo. Lá a Juíza perguntou como os carros ficaram e eu redesenhei um novo croqui.
Diz o meu patrão que foi graças ao meu testemunho que o rapaz ganhou o caso.
Ele tinha batido na traseira lateral esquerda dum camião que, supostamente, estava a virar para a esquerda, mas do qual não vi qualquer pisca e, muito menos abrandamento quando me cruzei com ele.
Asssiti ao acidente pelo retrovisor e parei imediatamente para ir ver se podia ajudar nalguma coisa.

Outra coisa que sei que se pode fazer é arranjar, posteriormente, testemunhas.
Não interessa se já passou algum tempo, ou não, sobre o acidente.
Pode sempre aparecer alguém que, por acaso, estava a passar pelo local e viu o acidente. Mas como estava com pressa e não viu que eras tu, seguiu em frente. Mas quando soube de quem se tratava, se ofereceu para ser testemunha.

Sei que é possível porque, quando o meu avô teve o acidente (há mais de 10 anos), o caso teve de ir para Tribunal. No local do acidente não apareceu qualquer testemunha mas, depois, quando o caso foi para Tribunal, começaram a aparecer testemunhas da outra parte. Claro que também apareceram do lado do meu avô.
O caso arrastou-se durante anos e acabou por ficar com 50% da culpa porque existia uma menor envolvida e que ficou com marcas e tratamentos para toda a vida.

Espero que o teu caso se resolva da melhor forma possível. Não fiquem de braços cruzados e façam tudo o que estiver ao vosso alcance para que não fiquem com todas as culpas do acidente.

Beijocas
Sofia